Ame ao próximo e ao distante

Quando nos aproximamos do Natal, mensagens sobre o amor ao
próximo se tornam mais comuns. Por consequência infeliz da apatia constante
com o que é corriqueiro, ao mesmo tempo se esvaem de sua importância.
Certo das diferentes crenças na nossa sociedade, de fato o cerne da reflexão
ultrapassa a cristandade, e à necessidade de abraçar todo e qualquer outro ser
humano como nosso igual se deve atenção, pensamento, energia e atitude…

Pedimos, com o mais profundo dos nossos sentimentos mais sinceros,
de cada coração crente em sua própria verdade, a tradução da mensagem de
acolhimento para a prática visível e transformadora das realidades difíceis na
nossa sociedade. Pedimos da percepção individual o discernimento das
diferentes características e prioridades de cada necessitado, na intenção de
prover o melhor possível no auxílio do qual tanto se precisa. Com o amor
fraterno da percepção do outro como de tanto valor quanto nós mesmos,
pedimos a constância da essência natalina em nossas vidas e de todos, com o
desejo de ver uma criança divina em cada um de nós e, por mais difícil que
pareça, naqueles de quem tanto divergimos, daqueles de quem estamos mais
afastados, em todos de quem mais discordamos.

Com a vida presente em cada um de nós, a partir desses pedidos
desejamos trazer à constância menos apatia e mais senso de justiça, tratando
com desigualdade os desiguais, na medida de suas desigualdades, como
deixou dito Aristóteles. De todos para todos seja inerente o amor que nos move
em equidade, pois somos todos divinos e merecedores das melhores
possibilidades simplesmente por estarmos vivos.

Assim seja!

C.LEO Natan dos Reis
LEO Clube Tapejara

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A visão de nossas diferenças

Olhar em volta e perceber nossas diferenças faz parte de nosso dia-a-dia.
Buscamos no outro aquilo que nos falta e completamos nele aqueles vazios
que o preenchem. Entretanto, mesmo com nossos olhares apurados para
detectar diferenças, muitas vezes esquecemos de ver que nossas
necessidades também diferem. Não nos basta olhar para o povo e vê-lo como
um, quando cada organismo possui suas características:

Dar a um cego os óculos mais caros de uma loja, não o fará ver; mas podemos
descrever o mundo para ele e, assim, conceder um pouco dos nossos olhos;
Cantar para um surdo não transmitirá nenhuma mensagem, porém,
podemos sinalizar visualmente as harmonias e sinfonias que queremos
transmitir;

Viver não está em tratar todos da mesma maneira, mas sim em buscar a
melhor maneira para cada um. Se todos somos diferentes, precisamos pensar
a partir de nossas divergências para construir um mundo equalitário. Afinal, a
vida não é sobre construir um conjunto igual, mas sim, sobre conviver em um
conjunto igualmente diferente.

Assim seja!

C.LEO Carla Zanin
LEO Clube Tapejara

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Equidade

Meu Senhor, em tempos no qual olhamos e julgamos as diferenças das
pessoas, daí-nos a sabedoria de podermos olhar com total imparcialidade para
cada indivíduo dentro e fora do movimento leoístico, pois cada um de nós tem
seus defeitos para melhorarmos e qualidades que podem servir como exemplo e
um caminho a ser seguido por outrem.

Dentro do LEO Clube, cada um com suas particularidades, podem nos
ofertar oque tem de melhor, apenas precisamos ter a consciência de que fomos
criados de maneiras diferentes, temos pensamentos e atitudes diferentes, mas
que dentro do movimento buscamos servir desinteressadamente e tornar o mundo
do Senhor um lugar melhor para se viver.

LEO Clube Sananduva
CLEO Giovane Lazarotto Rossi

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EQUIDADE ENTRE A DESIGUALDADE

Equidade, difícil falarmos sobre em um país com tamanha desigualdade
Onde um tem experiências luxuosas e o outro, luta para vivo ficar
Não é sobre sermos todos iguais, isso jamais
Mas sim, sobre das mesmas oportunidades desfrutar.

Sejamos gratos pela morada e comida
Sem esquecer dos que trabalham duro todos os dias
Irresponsabilidade de nossos governantes
Que pouco se preocupam com os que desamparados irão ficar.

Por isso cabe a nós
Pelo direito e igualdade de todos lutar
Agradecendo todos os dias
Pelos privilégios que conseguimos vivenciar.

ASSIM SEJA!
Companheira LEO Maria Luísa Galelli, LEO Clube Rondinha

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Equidade: a justiça que difere o que é correto, do que é incorreto.

Equidade, palavra que expressa grande força, e em um sentido amplo,
representa uma justiça individual, regida por um parâmetro não unânime, que
engloba diferentes ciclos e suas respectivas gerações.

Porém, apesar do Brasil representar uma face externa, sendo o país da
diversidade, essa realidade não é empregada no clássico cotidiano, já que, a
irregularidade é presente claramente em suma consciência humana, pela
objeção de suas ações de mal condução. Visto que, palavras como “mas” ou
“também” são empregadas diariamente à população, como uma forma de
negligência ao comportamento compactuado do ser humano, em relação ao
que a pessoa sofreu, e sua culpa, pelo ato manifestado pelo próximo.

Fragmentos de pedaços de uma coragem espalhada pelo chão, que deveria
suprir a necessidade do direito físico e mental, por meio de sua isonomia, que
diferente do que se é proposto, não saí de um simples papel de rabiscos
documentados.

Entretanto, tal conceito que é impregnado em nossas mentes, vem sendo
entrelaçado da pior maneira em um mundo com diversas riquezas, que, por
isso, é subjugado por todos, pelo medo do que é presenciado como estranho,
considerado incorreto, mas, que não é.

A vitória vem da luta justa e certa, pelo que o ser humano necessita, em meio a
propostas que protegem os seus ideais, sem comprometê-los, realizando,
acima de tudo, a justiça em sua amplitude, por anjos, que ainda residem nesse
universo, pessoas boas, honestas, que regem suas atitudes ajudando,
oferecendo seu ombro amigo, sua força de vontade, para que, assim, a luz
invada o coração de seu companheiro, revelando a bondade que existe em seu
íntimo, e a verdadeira faceta de seu sorriso, junto à fé em Deus que vêm de
sua alma.

CLEO Manuela Caragnatto.
LEO Clube Paim Filho.

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Um mundo linear

Vivemos em um mundo com cerca de 7,8 bilhões de habitantes. Pessoas com
raça, gênero, religião e opinião. Todas são pessoas, com tecidos, cartilaginosos,
ósseos, com músculos. Como dizia Renato Russo: “ninguém tem de ser igual a
ninguém. Cada pessoa é um universo maravilhoso e único”. São vida. São histórias.
A equidade nos fala sobre disposição para reconhecer o direito de cada um, a
justiça natural. No Brasil vivemos em uma sociedade desigual? Provavelmente, a sua
resposta é sim. Apesar de todos terem os mesmos direitos, eles nem sempre são
efetivados de maneira justa. A realidade de cada um é distinta da nossa, mas devemos
respeitar de qualquer modo e não fechar os olhos para isso.

Graças a Deus, no LEO Clube a equidade está presente. No LEO todos os
associados têm a mesma forma de tratamento e respeito, todos são tratados de forma
justa. Tudo da maneira mais linear possível sempre! E para mim que faço partes desde
os meus treze anos, isso é, e sempre foi importantíssimo, algo que sempre admirei no
Clube! No LEO trabalhamos com a inclusão e a igualdade, deveria ser assim em todo
local!

Portanto, que sejamos gratos. Sejamos gratos pelo Movimento ser do jeitinho
que ele e pelas pessoas que o tornam assim. E que quem não tem isso, possa ter,
todos merecemos a equidade. Que a esperança de um mundo melhor, linear e mais
justo esteja sempre presente em nossos corações.
Assim seja!

CLEO Heloisa Chiesa
LEO Clube Ilópolis

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Quem disse que precisa ser tudo igual?

Um livro está disponível para venda, mas em apenas um idioma. Pessoas do
mundo inteiro têm a oportunidade de comprar ele online. Todos estão em posição de
igualdade de ter condições de comprar o livro, mas apenas aqueles que entenderem
o idioma irão compreendê-lo. Agora, imagine que esse mesmo livro estivesse
traduzido em diversos idiomas. Todos poderiam adquirir suas respectivas versões,
pois lhes foram conferidas as condições para tal. Assim, todos teriam a
oportunidade de desfrutar da mesma experiência, à sua maneira. E decerto este
seja o pensamento que temos que alinhar para o nosso futuro.

Quando assimilamos que um dos maiores problemas mundiais é a
desigualdade, imediatamente associamos que a solução esteja no antônimo
correspondente: igualdade. Mas, na real, entendemos tudo errado! Agora tem sido
um processo para percebermos isso.

Se na sua família você tem estilo de se vestir diferente do seu pai, gosto
musical diferente da sua mãe e estuda outra área que sua irmã, igualar todos vocês
a se vestirem apenas de um jeito, ouvir apenas um estilo de música e colocar vocês
a estudaram apenas uma área, poderia até ser justo, mas tiraria toda a beleza singular
da personalidade que os torna humanos. Onde poderíamos apreciar aquilo que nos
torna únicos em uma sociedade padronizada? Pois não é fato que somos diferentes?!
Então como valorizar a todos na medida de suas particularidades? Esta certamente
não é uma resposta fácil, visto que nem a igualdade conseguimos atingir.

Porém nem mesmo a igualdade se torna justa se, por exemplo, baseamos
processos seletivos enraizados na meritocracia quando nem todos tiveram as
mesmas oportunidades e condições de estudo. É a história do livro em apenas um
idioma que se repete.

Estamos acostumados a buscar soluções que seja comum a todos, mas
enquanto LEO, uma entidade que preza pelo crescimento e harmonia social, e
também enquanto indivíduos expostos e inseridos nesse meio, necessitamos
enxergar que a equidade é o melhor caminho para vencer barreiras e deixar a
sociedade numa equivalência de bem-estar, e isso nem sempre vem aplicando o
mesmo método a todos, como elucidado na questão da meritocracia. Para cada
problema que se encontra no guarda-chuva da desigualdade, seja ele, desigualdade
econômica, de gênero, política ou de direitos, apesar de haver uma disparidade muito grande para
ser vencida de um dia pro outro, ao propor as soluções, não podemos
perder a essência de cada um, porque se perdermos, o que nos faz realmente ser
humanos?

Quando projetamos e aplicamos nossas ações e campanhas, na melhor de
nossas intenções, reflitamos sobre isso, sobre preservar a excentricidade e
autenticidade de cada um, e busquemos, com pequenos ou grandes atos, essas
mudanças que, mesmo que pareçam imperceptíveis de cara, logo estarão na noção
geral de cada um, assim como o ponteiro que marca as horas em um relógio. Assim,
aos poucos, nos distanciaremos do costume de buscar soluções comuns a todos e
proporcionaremos a oportunidade de que todos aproveitem a mesma experiência, à
sua maneira.

Assim seja!

CLEO Giulia Maia Cittolin
LEO Clube Ilópolis
Distrito LEO L D-7

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Amor às diferenças

Estar à frente de um grupo de pessoas não é nada fácil. Ser líder é se colocar
em provação todos os dias. Promover a união, o companheirismo, agir de forma
justa com todos. Muito se fala sobre equidade nos últimos tempos, a grande
questão de promover o mesmo direito as pessoas, conforme suas características
individuais. E quando falamos nisso, será que realmente o fazemos? O que
proporcionamos aos nossos companheiros é pensado de forma igualitária ou na
singularidade de cada um? A doação que solicitamos, a ajuda que precisamos,
os prazos que colocamos, os desafios que proporcionamos… será que estamos
pensando nas diferenças e singularidades de cada pessoa? Quando realizamos
uma campanha, uma atividade ou um evento, proporcionamos a todos os
envolvidos a mesma experiência ou fazemos com que cada pessoa tenha a
possibilidade de desenvolver a experiência que é compatível com sua
personalidade? São questões a serem pensadas e desenvolvidas entre nós,
porque ser diferente é ser normal e não há motivos para sermos iguais. O que
nos une é simples e puramente o amor.
Assim seja.

CLEO Alana Gabrielli Baioco
LEO Clube Ilópolis

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